
No dia 27 de setembro, a Galeria Olido (centro cultural
localizado no centro da cidade de São Paulo) foi palco do Rock ‘N Poetry, que
teve o lançamento do volume 4 da revista Gatos & Alfaces com a compilação
"Ainda Respira - O Melhor do Rock Brasil no Século XXI” (com 18 bandas) e
do livro “33 RPM - Relicário de Poesia Marginal”. setembro, a Galeria
Olido (centro cultural localizado no centro da cidade de São Paulo) foi palco
do Rock ‘N Poetry, que teve o lançamento do volume 4 da revista Gatos & Alfaces
com a compilação "Ainda Respira - O Melhor do Rock Brasil no Século XXI”
(com 18 bandas) e do livro “33 RPM - Relicário de Poesia Marginal”.
Idealizado por Luiz Carlos Barata Cichetto, o evento contou
com exposição de telas e desenhos de Nua Estrela, Ivan Silva, Diego El Khouri e
Gabriel Fox no corredor principal da galeria, além dos shows das bandas
Psychotic Eyes, Kamboja e Blues Riders.com exposição de telas e desenhos
de Nua Estrela, Ivan Silva, Diego El Khouri e Gabriel Fox no corredor principal da
galeria, além dos shows das bandas Psychotic Eyes, Kamboja e Blues Riders.

Com uma proposta diferente, o Psychotic Eyes foi à primeira
banda a se apresentar. Já que estavam sem baterista (Alexandre Tamarossi se
desligou devido problemas de saúde), Dimitri Brandi (vocais/guitarra) e Douglas
Gatuso (baixo) resolveram fazer o que eles chamaram de “o primeiro show
acústico de Death Metal que entrará para a história”. Os acordes de “The Hand of
Fate” já deixaram os presentes perplexos, que se deleitaram com a melodia
violão e voz, pois estavam acostumados com a versão mais pesada. “Life” (que
faz parte da coletânea Ainda Respira), “Dying Grief” e a cover do Amorphis “My
Kantele” fizeram parte do setlist. O ponto alto ficou por conta da participação
de Barata Cichetto recitando sua poesia “Olhos Vermelhos” com instrumental da
banda; segundo os integrantes, ela será musicada e fará parte do repertório do
Psychotic Eyes. Foram quase trinta minutos de uma apresentação memorável. primeira
banda a se apresentar. Já que estavam sem baterista (Alexandre Tamarossi
se desligou devido problemas de saúde), Dimitri Brandi (vocais/guitarra) e
Douglas Gatuso (baixo) resolveram fazer o que eles chamaram de “o primeiro show
acústico de Death Metal que entrará para a história”. Os acordes de “The Hand
of Fate” já deixaram os presentes perplexos, que se deleitaram com a melodia
violão e voz, pois estavam acostumados com a versão mais pesada. “Life” (que
faz parte da coletânea Ainda Respira), “Dying Grief” e a cover do Amorphis “My
Kantele” fizeram parte do setlist. O ponto alto ficou por conta da participação
de Barata Cichetto recitando sua poesia “Olhos Vermelhos” com instrumental da
banda; segundo os integrantes, ela será musicada e fará parte do repertório do
Psychotic Eyes. Foram quase trinta minutos de uma apresentação memorável.

A segunda atração da noite foi o Kamboja (que lançará em
breve o CD “Couro de Cobra”), detonando a galera com um som pesado, de
qualidade e letras bem humoradas e politizado. Fabio Mk Makarrão (vocais),
Frank Gasparotto (baixo), Paulão Thomaz (bateria) e o mais recente integrante
Edu Moita (guitarra) iniciaram sua avalanche sonora com “Alienação”, mostrando
para a platéia o que se pode esperar do novo disco. “Se Deus Pudesse Me Ouvir”,
“Sangrando” (presente na coletânea), “Sempre Pra Cima” e “Tarde no Bar” completaram
o setlist.
O Blues Riders ficou com a incumbência de encerrar as
apresentações. Inspirados no Rock Pesado dos anos 70 com uma pitada de Blues,
Augusto Marques (vocais/guitarra), Áureo Alessandri (guitarra), Álvaro Sobral
(baixo) e Marcos Kontis (bateria) começaram a “sagrada seita benzendo” o
público com “Amém Rock ‘N Roll”. “Aqui Estou Eu”, “Deixa o Rock Rolar”, “Tara”
(música inédita tocada especialmente para o evento), “Easy Rider”, “Urgente”
(faixa que está na coletânea), “Nada Sem Amor” e “Cidade Rock” foram as músicas
que deleitaram a galera.Rock Pesado dos anos 70 com uma pitada de Blues,
Augusto Marques (vocais/guitarra), Áureo Alessandri (guitarra), Álvaro Sobral
(baixo) e Marcos Kontis (bateria) começaram a “sagrada seita benzendo” o público
com “Amém Rock ‘N Roll”. “Aqui Estou Eu”, “Deixa o Rock Rolar”, “Tara” (música
inédita tocada especialmente para o evento), “Easy Rider”, “Urgente” (faixa que
está na coletânea), “Nada Sem Amor” e “Cidade Rock” foram as músicas que
deleitaram a galera.

O Blues Riders só não fez chover, mas mostraram que estão a
vinte anos na estrada não por acaso; mas pela competência e alegria de tocar o
bom e velho Rock ‘N Roll. Vale ressaltar que a banda está relançando o CD
“Blues Riders na Cidade Rock” de 2000, contendo como bônus a apresentação no Teatro
Ritmus em 2003.velho Rock ‘N Roll. Vale ressaltar que a banda está
relançando o CD “Blues Riders na Cidade Rock” de 2000, contendo como bônus a
apresentação no Teatro Ritmus em 2003.
Durante os intervalos das atrações, Barata Cichetto entregou
alguns kits a Orfeu Brocco, Gigi Jardim (que ajudou na produção do evento) e em
especial para Nua Estrela, que veio de Porto Alegre para participar dessa
grande festa. Houve também distribuição de camisetas e adesivos da Rádio Web
Stay Rock Brazil (que sempre acreditou e apoiou o projeto Gatos & Alfaces)
por parte de Renato Menez para algumas pessoas da platéia.
Estiveram presente grandes nomes do Rock Nacional como
Oswaldo Vecchione (Made in Brazil), Luiz Domingues (A Chave do Sol / Pedra), Zé
Brasil (Apokalypsis), Nilton Cachorrão (Centúrias) e Tibet.

O Rock ‘N Poetry mostrou que Rock e Poesia podem trilhar
juntos com o mesmo glamour, emocionar com a mesma intensidade a cada nota,
canção ou citação e unir as pessoas. E que venha a próxima edição; os fãs da
cultura com qualidade agradecem.
Por : Rogério Utrila
Por : Rogério Utrila
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